
O tratamento de câncer, doença que é a terceira principal causa de mortes no país, pelo SUS está uma penúria. O serviço oferecido pelos hospitais públicos exclui pacientes que precisam de radioterapia e, segundo especialistas, falha em incorporar remédios de nova geração, que são mais eficazes e têm menos efeitos colaterais.
As estimativas oficiais são de que cerca de 500 mil novos casos de câncer serão registrados este ano, com 160 mil mortes causadas pela doença. Especialistas alertam para a falência do sistema na área de oncologia.
- A gente espera uma crise grave nessa área. O Ministério da Saúde empurra com a barriga enquanto for possível – diz José Getúlio Martins Segalla, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).
Última atualização de medicamentos foi em 2001
De acordo com Segalla, a portaria 3.535 de 1998, do Ministério da Saúde, determina que todo medicamento novo para combater ao câncer seja avaliado periodicamente com vistas a ser incorporado no tratamento. A cada dois anos, ele sofreria uma revisão de custos. O problema, diz, é que a última atualização de medicamentos foi em 2001.
Fonte O GLOBO
Postado pelo IGUATU.ORG
Por Ariane Moreira
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