Segundo estudiosos, os assaltantes migram de atividade como estratégia para despistar a polícia e ser manter no mundo do crime. São assaltos a banco, sequestros, ataques a carros-forte… As estatísticas comprovam: até 2005, o maior número de ocorrências era de roubos a agências bancárias. Em seguida, nos anos de 2006 e 2007, foi a vez dos sequestros. A onda de assaltos a carros-forte veio no ano seguinte. E, em 2009, os ataques a bancos voltaram a predominar.
No geral, foram 140 roubos a bancos, 51 sequestros e 42 ataques a carros-forte nos últimos 10 anos, segundo dados da Coordenadoria de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).
Segundo especialistas, as quadrilhas mudam de modalidade porque pensam o crime organizado como um negócio de risco, que envolve planejamento, análise, cálculos. Quando um crime está em moda, a Polícia intensifica o combate e, na maioria das vezes, consegue desarticular algumas quadrilhas. Com isso, os criminosos precisam repensar suas estratégias.
Por Ariane Moreira























Comentários