Na visão do oficial, a falha na abordagem não pode justificar o trabalho desenvolvido pela PM cearense. “Não podemos macular todo um trabalho feito por uma ação isolada. Temos que reconhecer que nós, policiais militares, nós temos, desde os nossos juramentos, a responsabilidade para com a comunidade”. Werisleik reconheceu a existência de erros. “Somos 14 mil. Há erros? Há. Mas há também uma vontade muito maior para aperfeiçoarmos a nossa ação”, concluiu.
Para o coordenador do Ronda, o possível despreparo do policial envolvido no caso não reflete a postura da corporação. O tiro, afirma, é a última ação a ser adotada e não deve levar o suspeito à morte, apenas evitar o crime. “Eu acho que não nos concebe, um profissional de segurança pública ceifar uma vida por um tiro acidental. É inconcebível. Essa é a nossa visão”.
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Meu caro Silvani Soares,
Ninguém pode ou deve tentar justificar o injustificável. Só a exclusão e a punição do criminoso, com os rigores da lei,poderia amenizar um pouco a dor, o sofrimento e desespero daquele desditoso pai. Aliás, não houve tiro casual ou bala perdida, pois tratava-se de um exímio atirador e o alvo foi atingido, sem nenhuma reação da pobre,indefeza e inocente vítima…
Acho que o governador deveria se pronunciar em cadeia de rádio e TV, pois pegou mal junto a sociedade .Assim, evitaria munição para oportunistas nesta eleição que vem usando de dois discursos.